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quinta-feira, junho 28, 2007

Freud me chamaria de artista

As férias começam, oficialmente, quando eu passo minha primeira madrugada em claro (tipo, why? Oh well, ok). Então, começaram ontem. Digitei e imprimi alguns documentos - bem, foram registrados em cartório e agora são documentos - e fui dormir após às 4. Sonhei que estava numa sorveteria mineira. E de repente, eu tinha de voltar porque já era fim-de-tarde de domingo e, por não ser neta do tio Ermírio, eu tinha de estudar e trabalhar na segunda. Saí correndo com meu avô, tinhamos de chegar a um córrego - que nós chamavamos de rio! - e no caminho acenei pra tia Maria (minhas tias-avós-maternas me amam, elas me acham linda e é por isso que eu as amo em dobro!). Quando entramos na canoa, meu avô tinha corrido tanto que tinha virado o Tom Zé. O Tom Zé!
No meio do "riacho" acabou a água.
-Mas vô...eu preciso chegar!
-Mas, minha filha, não dá pra remar sem água!
Aí, ele me ajudou a subir o barranquinho do córrego-rio pra sair numa ruazinha: a Bresser! E nós estavamos muito perto do meu destino que não, não era a rodoviária de Januária. Oh, não. Era a Estação de Metrô Bresser.

Mais tarde, contando pra minha mãe:
-Sonhei que eu tava em Minas.
-Tá vendo? É vontade. Seu desejo.
Risos.

Everyone were freuding me...
but, man, I've been freuding my mom.